18 de JUNHO de 2026
O projeto ‘Psicólogos Sem Fronteiras’ completa neste mês um ano de atuação no Rio de Janeiro levando acolhimento psicológico gratuito e humanizado para comunidades em situação de vulnerabilidade social. Com ações presenciais e online, o movimento voluntário vem ampliando o acesso à saúde mental em territórios marcados pela desigualdade, violência e escassez de atendimento psicológico.
Na linha de frente presencial está a psicóloga Mayara Evangelista, que realiza atendimentos na Rocinha, comunidade onde nasceu, com foco principalmente em crianças e idosos. O projeto também mantém atuação na Maré, oferecendo suporte emocional e psicoterapêutico para moradores da comunidade, além de uma frente online formada por três psicólogos voluntários que ampliam o alcance do acolhimento psicológico em diferentes regiões do estado.
“Trabalhar diretamente dentro das comunidades é entender que a escuta pode mudar trajetórias. Ao longo desse primeiro ano vimos crianças, idosos e famílias inteiras encontrando um espaço seguro para falar sobre dores, medos e sonhos. A saúde mental precisa chegar a todos os territórios, principalmente onde o sofrimento costuma ser invisibilizado”, afirma a psicóloga.
Criado como um movimento de ajuda humanitária em saúde mental, o ‘Psicólogos Sem Fronteiras’ reúne profissionais voluntários de diferentes áreas para oferecer atendimento psicológico gratuito, rodas de conversa e ações comunitárias em contextos de vulnerabilidade e crise social. A organização já soma milhares de pessoas atendidas em todo o Brasil e segue em expansão nacional.
Segundo Luciana Santana (foto), CEO e diretora executiva do Psicólogos Sem Fronteiras, o trabalho desenvolvido pela entidade reforça a importância da saúde mental como ferramenta de transformação social. “O cuidado emocional precisa ser acessível e presente dentro das comunidades. Nosso propósito é construir pontes onde muitas vezes o poder público não consegue chegar. Celebrar esse primeiro ano é reconhecer o impacto da escuta, do acolhimento e da dedicação dos profissionais voluntários que fazem esse projeto acontecer diariamente”, destaca Luciana.
Além dos atendimentos individuais e em grupo, o projeto atua fortalecendo vínculos comunitários e promovendo saúde mental como um direito humano universal. A expectativa da organização é ampliar ainda mais as ações presenciais e online no Rio de Janeiro, fortalecendo o suporte psicológico em territórios como Rocinha e Maré e expandindo o alcance do atendimento humanitário nos próximos meses. Para isso, A entidade mantém suas ações por meio de doações, investidores sociais e apoio de parceiros que acreditam na saúde mental como um direito essencial. Para isso, o Psicólogos Sem Fronteiras convida empresas, apoiadores e voluntários a se unirem à causa e contribuírem para fortalecer essa rede de acolhimento e transformação social.
Informações sobre apoio e parcerias podem ser encontradas no site oficial da instituição: https://www.psf.org.br
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